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Carrego em meu peito meu coração, que infelizmente é ritmado e rimado...

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domingo, 1 de julho de 2012

Nothing more to say.

Realmente não sei o que será deste texto... mas como um mês novo se aproxima... e como faz tempo que eu não escrevo, sei lá, acredito que isso possa me fazer bem...

Dai eu to pensando aqui, no que eu devo escrever? Será que faço um lindo texto contando sobre os meus ideais diferenciados de todos do mundo? Ou devo escrever sobre como eu acredito que a crença de uma pessoa faz ela sobreviver mesmo no pior ambiente possível...

Ou quem sabe escreva sobre como eu escrevo meus textos?

Ta aí, sempre que eu leio um bom livro, ou um bom texto eu fico pensando "Cara que genial! O que que o escritor deveria estar pensando quando escreveu isso?"
Pois bem, todos os meus textos são escritos diante de uma emoção minha, diante de alguma experiência ou imaginação sobre algo que eu queira, alguma epifania tremula como uma chama no escuro...

Viu? começar a escrever assim já me dá ideias....

Será que isso é só com os textos que acontecem? Não seria a nossa vida, a nossa forma de agir ou de pensar um modo real de se encaixar o pequeno exemplo de um texto a ser escrito?
Nossas experiências passadas nos lembram de quem somos, e nossas lembranças presentes, aquelas que nós sem querer lembramos que acontecem ao mesmo tempo em que estamos vivos, modificam a nossa visão de mundo...
Por exemplo, se você acorda e se lembra que sua namorada terminou com você, você não vai acordar feliz, mesmo que todos os dias você acorde e seu cachorro venha lamber seu rosto e você se anima com isso, mesmo o dia sendo igual a todos os outros, a lembrança de que ela terminou com você e possivelmente está agarrada com um outro qualquer te traz amargura, então seu dia, suas decisões se tornam sombrias, e tudo o que você quer é morrer...
A falsa ideia de que o homem é um "Ser Humano", acaba nos acarretando a acreditar que podemos facilmente conduzir as outras pessoas a coisas que nós queremos que elas façam, mas devemos lembrar que nós somos animais, nós somos que nem cachorros que precisam de coleira para não fugir de seus donos...
Nossas decisões não devem ser tomadas diante de sonhos, nossos "textos" não devem ser escritos como se fossem baseados em fatos reais imaginados apenas na sua cabeça!

Um computador pode muito bem ser reformatado, mas um cérebro é diferente disto, não faça coisas que você poderá se arrepender depois, por que muitas vezes você não conseguirá esquecer, e aquilo martelará na sua cabeça até que a última pulsação de sangue percorra seus neurônios...

O que nos faz lembrar da frase "se arrependimento matasse..."


Obrigado a todos que leram isto!

Kito

Um comentário:

  1. Oi Matheus, acabei de ler seu último post. Gostei bastante. bjs

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